Brinde que o cliente realmente usa: por que tanto brinde vai pro lixo (e como acertar)

Variedade de brindes personalizados sobre uma mesa

Resposta rápida: um brinde só vale o que custa se for visto. Os seis critérios de um brinde que funciona: ser útil de verdade, ficar à vista, durar, combinar com o cliente, mostrar a sua marca de forma legível e gerar conversa. Brinde barato que ninguém usa acaba sendo o mais caro de todos: vai pro lixo junto com o dinheiro.

Você já pagou por brinde que foi direto pro lixo e nem ficou sabendo. A caneta que para de funcionar na semana seguinte. O chaveiro de plástico que ninguém troca pelo que já usa. O panfleto que vira bola de papel no estacionamento. Você gastou pra ser esquecido, às vezes antes mesmo de o cliente sair da sua porta.

Brinde é mídia. E como toda mídia, só vale o que custa se for visto. Um brinde guardado na gaveta tem o mesmo efeito de um outdoor coberto por uma lona: nenhum. Então a pergunta certa não é “qual brinde é mais barato?”, e sim “qual fica mais tempo na frente do meu cliente?”.

Aqui vão os seis critérios de um brinde que trabalha de verdade por você.

1. Tem que ser útil de verdade

Ilustração: joinha aprovando o brinde útil

Útil de verdade é o que o cliente usa sem esforço, encaixado num hábito que ele já tem. Se ele precisa “lembrar de usar”, já perdeu. O bom brinde resolve uma chatice pequena do dia a dia: organizar, limpar, guardar, proteger. É a utilidade que separa o brinde que fica do brinde que enjoa.

2. Tem que ficar à vista

Ilustração: olho aberto, o brinde que fica à vista

Esse é o critério que quase todo mundo ignora. Um brinde lindo guardado no armário não vende nada. O que importa é o tempo de exposição: quantos dias, por quantas horas, a sua marca fica no campo de visão do cliente. Prefira sempre o item que mora num lugar que ele olha o tempo todo: a mesa de trabalho, o chaveiro, o painel do carro.

3. Tem que durar

Ilustração: ampulheta, o brinde que dura meses

Faça a conta do custo por dia de exposição. Uma caneta que dura uma semana custou caro pelo tempo que apareceu. Um item que dura seis meses, mesmo custando um pouco mais, sai bem mais barato por dia de marca na frente do cliente. Durabilidade é desconto disfarçado.

4. Tem que combinar com o seu cliente

Ilustração: peças de quebra-cabeça se encaixando

O melhor brinde fala a língua do contexto. Pra quem atende dono de carro (lava-rápido, oficina, posto, estética, concessionária), o brinde mais natural é algo do universo do carro, que acompanha a pessoa justamente onde ela já pensa em você. Item genérico se perde; item que pertence ao ambiente do cliente gruda.

5. Tem que carregar sua marca de forma legível

Ilustração: etiqueta com a marca legível

Parece óbvio, mas muita gente erra: logo minúsculo, sem telefone, numa cor que some no fundo. Se o objetivo é ser lembrado e contatado, o brinde precisa mostrar o seu nome e um jeito fácil de te achar. Menos é mais: um logo bem aplicado, numa cor que contrasta, com o telefone do lado, funciona melhor que um monte de informação espremida.

6. Tem que gerar conversa

Ilustração: balão de conversa com brilho

A melhor propaganda é a que o cliente faz por você. Um brinde que chama atenção faz alguém perguntar “ó, onde você conseguiu isso?”. Aí o seu cliente vira o seu vendedor, de graça. Brinde que gera essa pergunta vale por dez panfletos.

Passando o seu brinde atual pelo filtro

Pega o brinde que você dá hoje e marca os seis: é útil? fica à vista? dura? combina com o cliente? mostra a sua marca? gera conversa? Se não marcar a maioria, você está pagando pra ser esquecido.

Pra quem trabalha com carro, um exemplo que costuma marcar os seis é a lixeira de câmbio personalizada: é útil (recolhe o lixinho do dia a dia), fica à vista (pendurada no câmbio, na frente do motorista a viagem inteira), dura meses, pertence ao universo do cliente, carrega o nome e o telefone do seu negócio e quase sempre faz o passageiro perguntar de onde veio. Não é o único brinde que funciona, mas é um bom termômetro de como deve ser um brinde que trabalha.

O resumo

Antes de fechar a próxima leva de brindes, faça o teste dos seis critérios com calma. Se a opção da vez passar em todos, pode ir sem medo: cada real vai voltar em forma de lembrança. Se passar só em dois ou três, continue procurando. Brinde fraco não é economia, é dinheiro parado na gaveta dos outros.

Como o Lixocar pode ajudar o seu negócio

Se você atende dono de carro, o Lixocar marca os seis critérios de uma vez: é útil (recolhe o lixinho do dia a dia), fica à vista (no câmbio, a viagem inteira), dura meses, pertence ao mundo do cliente, mostra o seu nome e telefone de forma legível e ainda gera conversa. É o brinde virando mídia que anda junto com o cliente.

Colocar na rua é simples: no balcão, junto com o serviço que você já presta, numa ação no bairro ou com parceiros que repassam ao cliente final.

O resultado é a sua marca no dia a dia do cliente, no lugar exato em que ele lembra de você, por centavos a unidade.

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Perguntas frequentes

Qual o melhor brinde para dar aos clientes?

O que marca os seis critérios: útil, à vista, durável, no contexto do cliente, com a marca legível e capaz de gerar conversa. Pra quem tem carro, um item que mora no veículo costuma marcar todos de uma vez.

Como saber se um brinde vai funcionar?

Passe-o pelos seis critérios antes de comprar. Se não marcar a maioria, você vai pagar pra ser esquecido. E meça pelo custo por dia de exposição, não pelo preço de etiqueta.

Por que tanto brinde vai pro lixo?

Porque é escolhido pelo preço, não pela função. Brinde inútil ou que fica guardado tem exposição quase zero: você paga e não aparece pra ninguém.

Quanto eu devo gastar por brinde?

Não pense no preço por unidade, e sim no custo por dia de exposição: um item de centavos que fica meses à vista sai mais barato que um baratinho que some em um dia. Defina o quanto pelo retorno que ele entrega.


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